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Bebês de 6 meses de idade estão usando tablets e smartphones:  7 problemas que poderão DESTRUIR o futuro de seu filho

23/05/2019

Bebês de 6 meses de idade estão usando tablets e smartphones

Muitas vezes, queremos forçar  nossos filhos a aprenderem os nomes das letras até certa idade.

Nós compramos flashcards ou DVDs – até cometemos alguns erros gravíssimos – colocamos eles em frente à dispositivos eletrônicos com apps do alfabeto e até para assistir galinha pintadinha e outros vídeos- alegando ensinar as letras aos nossos filhos.

 

Ou o que é pior,  para simplesmente livrar-nos deles.

 

Porém a Academia Americana de Pediatria (AAP) desaprova a exposição da televisão e outras mídias para crianças menores de 2 anos. [1]

 

 

Na primeira infância a exposição às mídias podem ocasionar sérios problemas

 

A evolução da mídia, das formas tradicionais para as mais recentes, resultou em mudanças nos padrões de uso da mídia. Por exemplo, em 1970, as crianças começaram a assistir regularmente à TV aos 4 anos de idade, enquanto hoje as crianças começam a interagir com a mídia digital aos 4 meses de idade, ou menos.

 

As horas gastas na visualização de TV diminuíram lentamente nas últimas duas décadas, segundo os estudos de Loprinzi (2016) houve diminuições estatisticamente significativas na média de visualização de TV entre 2001 e 2012, observadas em pré-escolares e crianças.

No entanto, uma proporção relativamente grande de pais relata que seus filhos assistem a duas ou mais horas/dia de TV, a exposição à TV diminuiu, em compensação a exposição de crianças às mídias sociais e smartphone só tem aumentado[2].  (AAP).

Será que os pais aceitaram as recomendações dos especialistas para limitar o tempo da criança na frente da tela da TV?

Não está claro se essas diminuições são em parte o resultado de os pais aceitarem as recomendações dos especialistas para limitar o tempo de tela (as evidências sugerem que não)[3] ou se eles representam um deslocamento da audiência de TV pelo uso de novas plataformas.

 

Em crianças pequenas, o uso de dispositivos móveis, como smartphones e tablets, aumentou drasticamente desde que a Kaiser Family Foundation começou a pesquisar pais de crianças de 0 a 8 anos sobre o uso de tecnologia.

 

Atualmente, aproximadamente três quartos dos adolescentes possuem um smartphone, 24% dos adolescentes se descrevem como “constantemente conectados” à Internet  e 50% relatam sentir-se “viciados” em seus telefones[4].

A AAP diz que o uso excessivo da mídia pode contribuir para  problemas escolares, problemas de atenção e obesidade, de acordo com estudos, e que o uso de Internet e telefones celulares podem ser importantes preditores para comportamentos de risco.

 

As pesquisas também sugerem que os pais permitem que seus filhos usem a mídia ou a tecnologia móvel como distração. [5]

Acesso de crianças menores de 2 anos a dispositivos digitais:

– 2011 – 10%

– 2013 – 38%

– 2015 – 97%

Hoje: 75% dos menores de 4 anos tem seus próprios dispositivos[6]

Para desencorajar a exposição na mídia para crianças menores de 2 anos, as pesquisas da APP, demonstraram que as interações pessoais com os pais são muito mais efetivas do que vídeos para aprendizado verbais ou não verbais e habilidades para resolver problemas e conflitos.[7]

 

Na primeira infância a exposição às mídias podem ocasionar problemas cognitivos[8][9], de linguagem[10], e atrasos social[11] / emocional.

Horas cumulativas de uso da mídia e conteúdo que não é de alta qualidade são preditores independentes significativos do mau funcionamento executivo (controle de impulsos, autocontrole, flexibilidade mental)[12] , bem como “teoria de déficits mentais (ou seja, a capacidade de compreender os pensamentos e sentimentos dos outros) em pré-escolares”.

 

Quando a criança ainda está em formação, e entre adolescentes os estragos são maiores. Por isso os pais devem restringir o acesso à tecnologia, procure atividades lúdicas, que estimulam a atenção e o raciocínio.

 

A AAP, atualmente recomenda que as crianças não passem mais de duas horas por dia assistindo às telas. Em vez disso, os pais devem ser encorajados a reduzir ainda mais o tempo de TV e substituí-lo por atividades como ler para seus filhos, ir a museus e visitar outros destinos educacionais.

 

Veja o que diz a Academia Americana de Pediatria:

  • De zero a dois anos: nada de telas.
  • De dois a cinco anos: 1h30 por dia, com conteúdo fracionado e em horários específicos (nunca na hora da refeição e nem duas horas antes de dormir).
  • A partir dos cinco anos: duas horas por dia de conteúdos adequados (fracionados por curtos períodos de 30 minutos).

 

Cabe aos pais reconhecer e entender seu papel na modelagem do uso apropriado da mídia e no equilíbrio entre o tempo da mídia e outras atividades.

Além disso, É preciso identificar comportamentos não saudáveis ​​e reconhecer e abordar problemas que ocorrem relacionados ao uso de mídias tradicionais e novas que podem afetar negativamente a saúde, bem-estar, desenvolvimento social, pessoal e o desempenho acadêmico da criança.

 

Segundo os especialistas, há diversos problemas causados pelos eletrônicos em crianças de até 12 anos.

Resumindo as consequências em 7 problemas. Confira!

1. Problemas de desenvolvimento cerebral

Os cérebros dos bebês crescem muito rapidamente nos primeiros anos de vida. Até completar 2 anos, uma criança tem seu órgão triplicado em tamanho. Nesse período, os estímulos do ambiente — ou a falta deles — são muito importantes para determinar o quão eficiente será o desenvolvimento cerebral.

Alguns estudos mostram que a superexposição a eletrônicos nesse período pode ser prejudicial e causar déficit de atenção, atrasos cognitivos, distúrbios de aprendizado, aumento de impulsividade e diminuição da habilidade de regulação própria das emoções (autocontrole).

 

Além disso as evidências mostraram benefícios educacionais limitados da mídia para crianças menores de 2 anos.

 

Recomendações anteriores da AAP para desencorajar a exposição na mídia para crianças menores de 2 anos foram baseadas em pesquisas sobre o uso de TV e vídeos, que mostraram que as interações pessoais com os pais são muito mais efetivas do que vídeos para aprendizado verbais ou não verbais e habilidades para resolver problemas.[13]

 

Esta pesquisa mostrou que bebês e crianças experimentam o que foi chamado de “déficit de vídeo”: dificuldade de aprender a partir de representações em vídeo bidimensionais com menos de 30 meses de idade.

 

Acredita-se que o déficit de vídeo seja atribuível à falta de pensamento simbólico dos bebês e crianças pequenas, aos controles atencionais imaturos e à flexibilidade de memória necessária para transferir efetivamente o conhecimento de uma plataforma bidimensional para um mundo tridimensional.[14]

 

Antes dos dois anos de idade, as crianças ainda estão desenvolvendo habilidades cognitivas, de linguagem, sensório-motoras e socioemocionais, que exigem exploração prática e interação social com cuidadores confiáveis ​​para uma maturação bem-sucedida.

2. Obesidade

 

 

Você já deve ter ouvido alguma afirmação similar a: “As crianças do século 21 fazem parte da primeira geração de pessoas que não vão viver mais do que os próprios pais”. Um dos grandes motivos para isso é a obesidade, que pode sim estar ligada ao uso excessivo de eletrônicos. Estima-se que crianças com aparelhos no próprio quarto têm 30% mais chance de serem obesas do que outras. Altos níveis de uso de mídia estão ligados à obesidade e risco cardiovascular[15] ao longo da vida, mas essas associações são observadas começando na primeira infância.

TV > 2 HORAS = 5X MAIS RISCO

CADA HORA NA TV, MAIOR O RISCO

O uso da mídia durante os anos pré-escolares está associado a um aumento do Índice de massa corporal – IMC,[16] que prepara o cenário para um maior ganho de peso mais tarde na infância.

A pesquisa em pré-escolares geralmente usa um limite de duas horas para definir o uso excessivo de mídia, mas um estudo recente com crianças de 2 anos descobriu que o IMC aumentava a cada hora por semana de consumo de mídia.[17]

 

O uso de telas durante as refeições contribui para o aumento da ingestão de energia, atrasando a saciedade normal e reduzindo os sinais de saciedade de alimentos consumidos anteriormente.[18] Além disso, smartphones especificamente pode ser mais facilmente utilizado durante as refeições e, por conseguinte, desviar as crianças dos sinais de saciedade.·.

3. Problemas relacionados ao sono

 

A constante utilização dos aparelhos pode acabar gerando dependência e problemas de diversos graus:

  • As crianças deixam de dormir para jogar, navegar ou conversar nos aparelhos.
  • Sintomas de depressão.
  • Interferência no desempenho escolar

 

 

O uso excessivo de mídias e exposição às telas: Piora o início e a qualidade de sono.

Isso está relacionado à QUANTIDADE de horas na frente de telas e a presença de TV NO QUARTO, de smartphone ou tablets.

Dormir menos = pior rendimento escolar

 

Há um crescente corpo de evidências que sugerem que o uso da mídia afeta negativamente o sono.[19] O aumento da duração da exposição na mídia e a presença de uma TV, computador ou dispositivo móvel no quarto na primeira infância têm sido associados a menos minutos de sono por noite, especialmente entre crianças de grupos raciais / étnicos minoritários.

 

Estudos com crianças[20] mais velhas e adolescentes descobriram que os participantes com maior uso de mídia social ou que dormem com dispositivos móveis em seu quarto[21] [22], tinham maior risco de distúrbios do sono.

 

Levar um telefone para o quarto levava a uma latência do sono mais longa, pior qualidade do sono, mais distúrbios do sono e mais disfunção diurna.[23] O uso da mídia perto da hora de dormir, ou durante a hora de dormir, pode atrapalhar o sono e afetar funções e atividades diurnas.

Sintomas de depressão em adolescentes.

Para piorar Lemola et. all [24] relataram associações entre o uso de mídia eletrônica na cama antes do sono, dificuldades de sono e sintomas de depressão em adolescentes. Esse estudo concluiu que o uso excessivo de meios eletrônicos durante a noite é um fator de risco tanto para o distúrbio do sono como para a depressão.

 

Os resultados demonstram uma relação negativa entre o uso da tecnologia e o sono, sugerindo que as recomendações sobre o uso saudável da mídia poderiam incluir restrições aos dispositivos eletrônicos.

Garantir que crianças e adolescentes obtenham as horas necessárias de sono saudável é um objetivo importante de um plano de restrição do uso da mídia.[25]

 

4. Problemas emocionais

De acordo com um estudo norueguês o uso de telas e dispositivos eletrônicos, durante o dia, também pode afetar o sono, com um risco aumentado de curta duração do sono, há uma relação entre a duração do sono e o uso de dispositivos eletrônicos.

 

Além das consequências psicológicas causadas por isso, é preciso lembrar que a falta de sono noturno pode gerar problemas de crescimento.

 

 

Há estudos de diversas partes do mundo ligando diretamente a utilização excessiva de tecnologia a uma série de distúrbios emocionais.

 

Entre os mais citados pelos pesquisadores estão:

  • depressão infantil,
  • ansiedade,
  • autismo,
  • transtorno bipolar,
  • psicose e
  • comportamento problemático.

 

As crianças tendem a repetir comportamentos dos adultos e de personagens que consideram referências.

 

Logo, a exposição a jogos e filmes com violência excessiva pode causar problemas de agressividade também em crianças de até 12 anos.

Estudos mostram que a exposição ao álcool ou uso de tabaco ou comportamentos sexuais de risco em TV ou filmes está associada à iniciação desses comportamentos, evidências sugere que essas influências também são fortes na mídia digital e social.[26]

 

Estudos têm mostrado que a exposição dos adolescentes sobre a mídia social frequentemente incluem interpretação de comportamentos de risco à saúde, como[27]·:

  • o uso ilegal de álcool[28] ou uso excessivo[29]
  • uso de substâncias ilícitas
  • comportamentos sexuais de alto risco
  • e os comportamentos prejudiciais, tais como
    • autolesão – autoflagelamento no Instaram – [30]
    • transtornos alimentares.

Outro estudo descobriu que adolescentes que usaram o Instaram para seguir pessoas estranhas e se engajar em comparações sociais tiveram sintomas de depressão maiores, mas outros que seguiram amigos e se engajaram em uma comparação social menor tiveram menos sintomas de depressão. Esses estudos ilustram que, além do número de horas gastas nas mídias sociais, um fator-chave é como um indivíduo usa as mídias sociais.[31]

5. Demência digital

Psicólogos e pediatras dos institutos já mencionados afirmam: “Conteúdos multimídia em alta velocidade podem contribuir para aumento o déficit de atenção”. Além disso, a exposição causa problemas de concentração e memória. O motivo seria a redução de faixas neuronais para o córtex frontal, que acontece pelo mesmo motivo recém-mencionado.

 

 

6. Emissão de radiação

Não há evidência sobre tumores cerebrais e o uso de celulares, de acordo com Martin Röösli, chefe da Unidade de Exposições Ambientais e Saúde do Instituto Suíço de Saúde Pública e Tropical, o tipo de radiação emitida por um telefone celular não deve ser motivo de alarme. É uma radiação de radiofrequência de energia muito baixa, como a encontrada em sinais de TV e rádio, diz:

“É uma radiação não ionizante, portanto, não é radioativa ou de raios-x. Não pode ocorrer nenhum dano direto ao DNA com esse tipo de radiação. É impossível”.

Isso não quer dizer que não devemos nos preocupar com esta emissão de radiação.

Estudos anteriores encontraram evidências de que o uso dos aparelhos pode alterar nossas ondas cerebrais.

O estudo, publicado no Environmental Health Perspectives, descobriu que um ano de exposição à radiação telefônica pode ter um efeito negativo no desenvolvimento do desempenho da memória em regiões específicas do cérebro em adolescentes. Aqui, “exposição” refere-se quase que exclusivamente a ligações telefônicas. [32]

7. Diminuição na interação entre pais e filhos

Pais e cuidadores, em geral, desempenham um papel importante na modelagem de comportamentos ideais para seus filhos, incluindo quando se trata do consumo e uso de mídia.

O crescimento da mídia digital e social, particularmente nos últimos anos, tem-se visto aumentos dramáticos no uso de mídias sociais por adultos, bem como o uso por crianças e adolescentes;

 

Mais de 70% dos adultos usam as mídias sociais[33] e 27% relatam sentir-se “viciados[34]” em seus dispositivos móveis.

 

Muitos pais estão usando excessivamente a mídia digital, sendo assim a pesquisa mostrou que a própria visualização de TV pelos pais distrai interações entre pais e filhos e que,

Crianças com menos de 2 anos têm maior probabilidade de estarem expostas e assistirem a mídia “de fundo” inapropriada (por exemplo, TV) do que crianças mais velhas.

O uso da TV e de novas mídias está associado a menos interações verbais e não verbais entre pais e filhos e pode estar associado a mais conflitos entre estes[35].

 

Como o uso de mídia o pai é um forte preditor de hábitos de mídia da criança,

Os hábitos de visualização de TV dos pais melhora as interações entre pais e filhos, isso pode ser um importante motivo de mudança de comportamento.

As interações entre pais e filhos durante as rotinas familiares são oportunidade importantes para a conexão emocional, são os principais impulsionadores do desenvolvimento da linguagem e da cognição na primeira infância, habilidades sociais e regulação emocional.

 

Porém a melhor opção seria nada de telas para crianças.

 

Bem se você acha loucura proibir o uso de smartphones na sua casa, saiba que você não está sozinho nisso, quando interrogado se crianças devem ter smartphones, Bill Gates acha que não. Gates disse em uma recente entrevista ao The Mirror que ele não acha que as crianças deveriam ter permissão para ter smartphones antes dos 14 anos, além disso, ele implementou um limite de tempo de uso de tecnologias digitais quando sua filha começou a desenvolver um vício por um vídeo game.[36]

 

Em 2011, o saudoso Steve Jobs, em entrevista ao New York Times, revelou que proibiu os seus filhos de usarem o recém-lançado iPad.

 “Isso porque nós sabemos dos perigos da tecnologia em primeira mão. Eu vi isso em mim, eu não quero ver isso acontecer com meus filhos” – Chris Anderson, ex-editor da Wired e agora diretor executivo da 3D Robotics, um fabricante de drones – cinco filhos, com idades entre 6 e 17 anos. É óbvio que seus filhos reclamaram

“Meus filhos acusam a mim e à minha esposa de sermos fascistas e muito preocupados com a tecnologia. Eles dizem que nenhum dos seus amigos tem as mesmas regras”, disse Anderson.

É importante sempre ficar atento aos usos de cada aparelho.

 

Os pais devem reconhecer e entender seus próprios papéis na modelagem do uso apropriado da mídia e no equilíbrio entre o tempo da mídia e outras atividades.

 

É preciso minimizar hábitos e comportamentos não saudáveis ​​e reconhecer os problemas que ocorrem relacionados ao uso de mídias tradicionais e novas que podem afetar negativamente a saúde, bem-estar, desenvolvimento social, pessoal bem como o desempenho e sucesso acadêmico da criança.

 

E o que você pode fazer para não cair nessa armadilha?

 

Pensando neste grande problema eu separei 10 Dicas de leitura partilhada para te ajudar nisso e começar a mudar esta triste realidade ainda hoje:

 

 

 

Leitura partilhada

 

 

Interessante, não? Compartilhe esse conteúdo com seus amigos para que eles possam aconselhar seus filhos sobre os riscos da tecnologia.

 

[1] “6-Month-Old Babies Are Now Using Tablets and Smartphones.” 25 abr. 2015, http://time.com/3834978/babies-use-devices/. Acessado em 2 mar. 2019.

[2] “Secular trends in parent-reported television viewing among children in ….” https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26616748. Acessado em 9 mar. 2019.

[3] “Zero to Eight: Children’s Media Use in America 2013 | Common Sense ….” 28 out. 2013, https://www.commonsensemedia.org/research/zero-to-eight-childrens-media-use-in-america-2013. Acessado em 9 mar. 2019.

[4] “Technology Addiction: Concern, Controversy, and Finding Balance.” https://www.commonsensemedia.org/sites/default/files/uploads/research/csm_2016_technology_addiction_research_brief_0.pdf. Acessado em 9 mar. 2019.

[5] “Children and Adolescents and Digital Media | From the … – Pediatrics.” http://pediatrics.aappublications.org/content/138/5/e20162593. Acessado em 2 mar. 2019.

[6] Rideout V. Zero to Eight: Children’s Media Use in America. San Francisco, CA: Common Sense Media; 2011

[7] “Media use by children younger than 2 years. – NCBI.” 17 out. 2011, https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22007002. Acessado em 2 mar. 2019.

[8] “Infant media exposure and toddler development. – NCBI – NIH.” https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21135338. Acessado em 2 mar. 2019.

[9] Lin LY ,Cherng RJ ,Chen YJ ,Chen YJ ,Yang HM. Efeitos da exposição televisiva sobre habilidades de desenvolvimento em crianças pequenas. Behav Infantil Dev . 2015 ; 38 : 20 – 26 de PMID: 25544743  Acessado em 2 mar. 2019.

[10] “Association of screen time use and language development in Hispanic ….” https://europepmc.org/abstract/med/23820003. Acessado em 2 mar. 2019.

[11] “Associations between media viewing and language development in ….” 7 ago. 2007, https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17889070. Acessado em 2 mar. 2019.

[12] “The relation between television exposure and executive function ….” https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24447117. Acessado em 23 mai. 2019.

[13] “Media use by children younger than 2 years. – NCBI.” https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22007002. Acessado em 9 mar. 2019.

[14] “Memory Constraints on Infant Learning From Picture Books, Television ….” 5 ago. 2013, https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/cdep.12041. Acessado em 9 mar. 2019.

[15] “Clustering of multiple lifestyle behaviours and its association to … – NCBI.” 1 mai. 2013, https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23632753. Acessado em 9 mar. 2019.

[16] “Associations between parenting, media use, cumulative risk, and ….” https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25007059. Acessado em 9 mar. 2019.

[17] “Reducing racial/ethnic disparities in childhood obesity … – Europe PMC.” http://europepmc.org/abstract/med/23733179. Acessado em 9 mar. 2019.

[18] “Effect of Television Viewing at Mealtime on Food Intake After … – Nature.” 1 jun. 2007, https://www.nature.com/articles/pr2007158. Acessado em 9 mar. 2019.

[19] “Technology Use and Sleep Quality in Preadolescence and … – NCBI.” 15 dez. 2015, https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26235161. Acessado em 9 mar. 2019.

[20] “Technology Use and Sleep Quality in Preadolescence and … – NCBI.” 15 dez. 2015, https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26235161. Acessado em 9 mar. 2019.

[21] Technology Use and Sleep Quality in Preadolescence and … – NCBI.” 15 dez. 2015, https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26235161. Acessado em 9 mar. 2019.

[22] “Associations between specific technologies and adolescent sleep ….” http://europepmc.org/abstract/MED/24394730. Acessado em 9 mar. 2019.

[23] “Bedtime mobile phone use and sleep in adults. – NCBI.” https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26688552. Acessado em 9 mar. 2019.

[24] “Adolescents’ electronic media use at night, sleep … – Europe PMC.” 10 set. 2014, http://europepmc.org/abstract/MED/25204836. Acessado em 9 mar. 2019.

[25] “Sleep and use of electronic devices in adolescence: results … – NCBI.” 2 fev. 2015, https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25643702. Acessado em 9 mar. 2019.

[26] “Television viewing and initiation of smoking among youth. – NCBI.” https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12205251. Acessado em 9 mar. 2019.

[27] “Personal information of adolescents on the Internet: A quantitative ….” 2 jul. 2007, https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17604833. Acessado em 9 mar. 2019.

[28] “Adolescent alcohol-related risk cognitions: the roles of social … – NCBI.” 6 jun. 2011, https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21644803. Acessado em 9 mar. 2019.

[29] “Litt DM ,Stock ML. Cognições de risco com o álcool na adolescência: os papéis das normas sociais e dos sites de redes sociais. Beic Psychic Addict . 2011 ; 25 ( 4 ): 708 – 713 pmid: 21644803 – Acessado em 9 mar. 2019.

[30] “Secret Society 123: Understanding the Language of Self (compreendendo uma linguagem de autoflagelamento no Instagram)… – NCBI – NIH.” https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26707231. Acessado em 9 mar. 2019.

[31]Lup K, Trub L, Rosenthal L. Instagram #instasad?: exploring associations among instagram use, depressive symptoms, negative social comparison, and strangers followed. Cyberpsychol Behav Soc Netw. 2015;18(5):247–252 pmid:25965859 – Acessado em 9 mar. 2019.

[32] “Afinal, a radiação dos celulares faz mal? Estudo traz novas respostas ….” 18 ago. 2018, http://www.osul.com.br/afinal-a-radiacao-dos-celulares-faz-malestudo-traz-novas-respostas/. Acessado em 23 mai. 2019.

[33] “72% of Online Adults are Social Networking Site Users – Pew Internet.” 5 ago. 2013, http://www.pewinternet.org/2013/08/05/72-of-online-adults-are-social-networking-site-users/. Acessado em 9 mar. 2019.

[34] “Technology Addiction: Concern, Controversy, and Finding Balance ….” https://www.commonsensemedia.org/technology-addiction-concern-controversy-and-finding-balance-infographic  – Acessado em 9 mar. 2019.

[35] JS ,Kistin CJ, Zuckerman B, et al. Padrões de uso de dispositivos móveis para cuidadores e alimentos durante refeições em restaurantes de fast food. Pediatria. 2014; 133 (4). Disponível em: http://pediatrics.aappublications.org/content/133/4/e843 pmid: 24616357

[36] “Crianças devem ter smartphones? Bill Gates acha que não – Aleteia.” 12 mai. 2017, https://pt.aleteia.org/2017/05/12/criancas-devem-ter-smartphones-bill-gates-acha-que-nao/. Acessado em 2 mar. 2019.

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Odair Machado

Oi, tudo bem? Sou Odair  Machado, fundador do blog Método Fônico e um pai preocupado com a educação dos meus filhos.

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